Michael Bay é um cara e um diretor de palavra. Quando ele anunciou que faria uma sequência para Transformers, aproveitou o embalo (e a empolgação dos fãs) pra dizer que o filme seria maior que o primeiro em todos os sentidos – e ele realmente não estava mentido. Transformers 2 ou Transformers: A Vingança dos Derrotados é realmente maior na duração, nos duelos gigantes entre os robôs, nas explosões e nos próprios robôs… Mas isso, não necessiamente, é algo incrivelmente legal e bom. Leia esta matéria completa
Quanto se fala de uma sequência pra franquia de Exterminador do Futuro a gente começa com um pequeno problema. Temos uma divisão em duas partes: Os dois primeiros filmes e o terceiro. Os dois primeiros, criados pela mão do diretor James Cameron, são verdadeiras obras de arte, um verdadeiro marco na história do cinema e da ficção científica. Já o terceiro filme…. Bem, temos efeitos especiais interessantes, mas a história é melhor deixar de lado – quem sabe até deixar de lado o filme inteiro?
Mas eis que surge McG com uma proposta interessante que deixou os fãs completamente doidos: teremos um quarto filme chamado Exterminador do Futuro: A Salvação! É é isso que ele fez. Pegou uma das franquias mais conhecidas no mundo e criou um filme que nos faz perceber o quão ruim foi aquele terceiro. Terceiero filme? Ele existiu mesmo? O diretor soube respeitar os fãs e a franquia com referências que aparecerem aos montes – desde simples gravações de vozes, passando por música do Guns N’ Roses até chegar ao glorioso governator, que aparece de forma ESPETACULAR no filme. Como? Assita!
Ok. Agora você já deve estar empolgado pra valer e pensando que esse filme é épico… A coisa não funciona bem assim. Se você quer ação do começo a o fim, John Connor com Christian Bale todo fodão, Moon Bloodgood gostosona (apesar de não ter suas tufas mostradas na telona), um novo exterminador “amigo” (Sam Worthington) e robôs malditos (muitos e de vários tamanhos) querendo dar cabo dos humanos, então você está no filme certo. O problema (que só os fãs vão perceber) é que o filme não supera em nenhum momento o primeiro e o segundo, mas no geral é muito legal.
A históra é a mesma onde uma vida precisa ser protegida a todo custo só que dessa vez não é John Connor, mas sim Kyle Reese (Anton Yelchin), o seu próprio pai. Uma coisa interessante é que aquele futuro apocalíptico que vemos nos primeiros filmes – onde os robôs são brilhantes e relusentes – não acontece. Temos um futuro sujo, robôs fudidos e armas não tão high-tech assim. O filme tem seus problemas? Claro! Mas tudo isso acaba sendo esquecido (ou relevados) graças aquela sensação de “PUTA QUE PARIU! É O EXTERMINADOR DO FUTURO!”. Esse é o ponto principal e positivo de Exterminador do Futuro: A Salvação.
Como eu disse ali cima, não espere sentar na poltrona do cinema e ver diante de seus olhos um filme épico, um clássico como se tornaram os primeiros. Exterminador do Futuro 4 não é isso. O filme é bom (MUITO bom), mas ele existe apenas pra nos mostrar que a franquia ainda não morreu e tem muito a oferecer.
Pra resumir a brincadeira. Exterminador do Futuro: A Salvação vale o ingresso. Mesmo que ele não se compare aos clássicos, é um bom filme que nos faz pensar de forma ainda mais nerd nos dois primeiros – sem contar o esquecimento daquele terceiro.
EXTERMINADOR DO FUTURO: A SALVAÇÃO (Terminator Salvation)
EUA – 2009
Direção: McG
Roteiro: John D. Brancato, Michael Ferris
Elenco: Christian Bale, Sam Worthington, Anton Yelchin, Moon Bloodgood, Bryce Dallas Howard, Common, Jane Alexander, Helena Bonham-Carter
Site Oficial: http://terminatorsalvation.warnerbros.com
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Você deve estar se perguntando: estamos fazendo uma crítica da série? Não! Heróis é o título brasileiro para o filme Push – que diga-se de passagem é extremamente coerente com o teor dessa produção. É basicamente uma mistura de aventura, ação e suspense num mundo que nos lembra bastante o universo da não-tão-bem-sucedida série de TV Heroes. Leia esta matéria completa
Diferente de muitas pessoas, acredito eu ter sido uma das poucas que gostou do que Ron Howard fez na adaptação de O Código da Vinci. Claro que como toda adaptação (nesse caso a melhor definição seria transposição) de uma HQ, um livro ou o que seja para as telonas, temos algumas mudanças, algumas coisas que precisam ser mudadas (ou redesenhadas) para que o filme seja mostrado de forma clara sem ser cansativo para quem está assistindo. Leia esta matéria completa
Eu não sei por que, mas desde o começo Monstros vs. Alienígenas não tinha chamado a minha atenção. Talvez pela história que não me empolgou ou por que eu simplesmente não acreditava na tal tecnologia 3D – um erro gravíssimo da minha parte nos dois casos. Mesmo que assistido num cinema convencional sem 3D, percebi que o filme não é apenas “mais uma animação da DreamWorks”, mas sim uma animação que chega para provar que ela pode mesmo brigar de igual para igual com a rival Pixar. Leia esta matéria completa
Anjos da Noite conseguiu chamar a atenção de fãs de vampiros, terror, RPGs e nerds do mundo todo graça a sua idéia de trazer aos cinemas o embate que já dura séculos e séculos entre vampiros e lobisomens. E não é só isso não! Além dessa guerra milenar, situada nos dias de hoje com novas armas, a franquia também nos mostrou Kate Beckinsale em roupas apertadas e interessantes. Leia esta matéria completa
Se todo mundo ta aproveitando essa onda de Hollywood, com adaptações de diversos heróis pra telona, por que não o futuro (e promissor) diretor Frank Miller embarcar nessa aventura também? Afinal, o cara estreou em Hollywood ao lado de Robert Rodriguez, co-dirigindo o filme Sin City, e foi um putza filme legalzão. O que poderia dar errado nessa nova empreitada do senhor Miller?! MUITA coisa! Leia esta matéria completa
Hoje em dia o que mais vemos nos cinemas quando se trata de terror/suspense, além dos remakes, são os filmes de suspense sobrenatural. Já vimos isso acontecer no recente filme de Kiefer Sutherland, Espelhos do Medo, e agora no filme sob a direção de David S. Goyer – o tiozão que ajudou nos três filmes do Blade e nos dois recentes filmes do Batman. Aliás, com Alma Perdida, Goyer prova que o negócio nele não é a cadeira de diretor. Leia esta matéria completa
É difícil pra mim fazer uma crítica de Watchmen – o Filme por dois motivos não tão simples. O primeiro deles é que, irrevogavelmente, eu sou um nerd e como um bom nerd toda história (ou filme como é esse caso) é ÓTIMA até que se prove ou se mostre o contrário. O outro motivo e o mais falho por minha parte é que eu não li a graphic novel de Watchmen… Um pecado sem tamanho e sem precedentes, eu sei, e por isso farei essa crítica baseada apenas na minha mais pura nerdisse e em algum conhecimento que tenho sobre a história. Leia esta matéria completa
Jim Carrey é um ator meio curioso e, as vezes, meio imprevisível. Sua carreira se consagrou graças as suas caretas, qualidade (!) que ele manteve (e ainda mantém) em diversos filmes. Mas nem tudo são expressões faciais e Carrey já mostrou que é um bom ator e não precisa das suas caretas pra isso – ao menos em filmes de drama. Leia esta matéria completa
É engraçado como a franquia de Sexta-Feira 13 nasceu. Ela foi criada pra aproveitar todo a popularidade que outro maníaco acabou criando. Sim, eu estou falando do outro mascarado, Michael Myers, de Halloween. Graças a esse “acidente de criação”, hollywood ganhou um novo matador, que acabou se tornando algo MUITO maior do que se esperava – o que você lembra quando vê uma máscara de hóquei? Leia esta matéria completa
Falar de Quarentena é complicado por se tratar de remake e fica mais difícil ainda depois de ter visto a versão original, [Rec]. Essa versão estadunidense só não é uma cópia idêntica à esponhola graças à algumas “inovações” que o diretor John Erick Dowdle e seu irmão Drew Dowdle resolveram fazer no roteiro original – algumas muito boas outras nem tanto. Mas se tratando de um remake, as comparações são inevitáveis. Leia esta matéria completa
Pra mim, é difícil fazer um review de Twilight ou, se for nacionalista, Crepúsculo. Primeiro por que eu cresci assistindo e adorando filmes de terror com vampiros, mortos-vivos e serial killers e, nesse filme em especial, algumas das “crendices” que vemos constantemente nos filmes dos chupadores de sangue, simplesmente não existem ou são transformados em algo mais adolescente. Segundo é que eu simplesmente NÃO GOSTO de filmes romanticos, coisas do tipo Titanic, mas mesmo assim resolvi encarar o filme pra ver se vale o barulho que fizeram… E eu me surpreendi MUITO e positivamente. Leia esta matéria completa
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